Rascunho de carta para o senhor Dijoud - 31/12/1863

De Allan Kardec para o senhor Dijoud

Senhor Dijoud, em Lyon.

Paris, 31 de dezembro de 1863.

Meu caro senhor Dijoud,

Recebi a carta que o senhor me enviou e fico bastante sensibilizado pelos sentimentos que teve a bondade de exprimir, tanto em seu nome como no dos membros de seu grupo. Minhas simpatias, como o senhor sabe, pertencerão sempre aos espíritas sinceros e dedicados que põem em prática os princípios de nossa santa doutrina sem segundas intenções, e será sempre para mim um dever ajudar, com meus conselhos, os que crerem necessitar deles e estiverem dispostos a se conformar a eles.

A Revista continuará a ser-lhe remetida.

Quanto à soma de 264 francos que o senhor me deve, conforme seu reconhecimento de 22 de setembro de 1862, pelas obras que lhe forneci, eu a deixo em favor dos nossos irmãos que, na má estação em que estamos, possam ter necessidades prementes. Peço-lhe que disponha, em consequência, do que puder reembolsar desse crédito. Os que não puderem pagar, queira quitá-los de minha parte.

Receba, caro senhor, a certeza de meu fraternal devotamento,

Allan Kardec.

Rascunho de carta para o senhor Dijoud - 31/12/1863

De Allan Kardec para o senhor Dijoud

Rascunho de carta para o senhor Dijoud - 31/12/1863

De Allan Kardec para o senhor Dijoud

M. Dijoud à Lyon.

Paris 31 X 1863.

Mon cher Monsieur Dijoud,

J’ai reçu la lettre que vous m’avez adressée, et [je] suis très sensible aux sentiments que vous voulez bien m’exprimer tant en votre nom qu’en celui des membres de votre groupe. Mes sympathies, vous le savez, seront toujours acquises aux spirites sincères et dévoués qui mettent en pratique les principes de notre sainte doctrine sans arrière pensée, et je me ferai toujours un devoir d’aider de mes conseils ceux qui croiront en avoir besoin et seront disposés à s’y conformer.

La Revue vous sera adressée comme par le passé.

Quant à la somme de deux cent soixante quatre francs dont vous m’êtes redevable, selon votre reconnaissance du 22 7bre 1862 pour les ouvrages que je vous ai fournis, j’en fais abandon en faveur de ceux de nos frères qui, dans la mauvaise saison où nous sommes, peuvent avoir des besoins pressants. Je vous prie de disposer, en conséquence, de ce que vous pourrez recouvrer sur cette créance. Ceux qui ne pourront pas payer, veuillez les en tenir quittes de ma part.

Recevez cher Monsieur, l’assurance de mon fraternel dévoûment,

A.K.

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